quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Para aqueles que não viram



Este é o video de que falo no post anterior.

O jovem de 20 anos que agrediu uma mulher de 32 anos no metro de Roma, em Itália, arrisca uma pena de 18 anos de prisão, segundo informa a imprensa italiana este domingo.

O incidente ocorreu há uma semana, quando Maricica Hahaianu e Alessio Burtone discutiram por causa da fila para comprar bilhete. Um só soco foi o suficiente para atirar a enfermeira para o chão.
As imagens de videovigilância captaram o momento e deixaram o país chocado com a indiferença das pessoas a passar por uma mulher estendida no chão.
Maricica Hahaianu ficou em coma até este sábado, quando faleceu.
O advogado de Alessio Burtone disse este domingo que o jovem está muito «arrependido» e que nunca imaginou que a agressão viesse a ter este trágico fim.

7 comentários:

Nokas disse...

Atrocidade de alto nível!! Horrível!

Ricardo disse...

Não vou carregar no play! Este post fazia cá falta no blog!? Não andamos já fartos de tristezas...?

...Ju... disse...

revoltante!

Rubi disse...

Que horror. Mas que raio de sociedade estamos a criar...

Ricardo disse...

Ok... posso dizer uma coisa sem parecer horrível? eu ri me um bocadinho qd as pessoas passaram por ela e s cagaram nela. mas ri de ironia pq toda a gente é mt caridosa qd vê estas coisas na tv... "oh corror, coitadinha" mas na vida real maior parte ta-s a cagar e aí está uma prova

pintas* disse...

O que é esta falta de sensibilidade social?? Como e possível acontecer uma coisa destas...!

v.s disse...

Oh, estas reacções todas de revolta não serão um bocado exageradas? ao fim de 1 minuto e meio ela estava rodeada de pessoas, certamente já teriam chamado uma ambulância. O próprio agressor foi interpelado e voltou para junto da vítima, já acompanhado. Sinceramente, quem é que iria logo nos 10 primeiros segundos a correr para socorrer uma pessoa que se encontre no chão? (que sabem lá se precisa mesmo de ajuda) só quem estava lá mesmo a assistir à cena toda. Não é uma coisa tão trivial assim, nem creio que se trate de (in)sensibilidade social.