terça-feira, 27 de setembro de 2011

Querido diário,

Passei os últimos meses a convencer-me que a resposta estava em mim. Não o problema, mas sim a resposta. Os problemas podem ter o seu epicentro a milhares de kilometros de distancia do nosso ego, mas, a partir do momento que as réplicas o impactam, a solução urge em ser encontrada. A nossa.
Isto é muito bonito na teoria e eu, essa, sei-a toda. Fartei-me de escrever de como tentava melhorar o que estivesse ao meu alcance, em como tinha identificado o denominador comum, como tentava ser, eu, uma pessoa melhor.
A coisa foi dolorosa, levou tempo e bati várias vezes com cabeça. Talvez esse crescimento seja como o crescimento físico. Não só doi, como de repente damos um pulo e batemos com a cabeça nos sitios, por onde antes passávamos sem problemas. Não sei, porque ainda não sei bem qual foi o ponto de retorno.
Sei que passei dez dias em Portugal e regressei à Irlanda outra. Pronta para não me focar tanto nos aspectos negativos e explorar mais o que isto tenha para oferecer. E mais do que eu tenho para oferecer.
Criei uma nova rotina e fiz muitos planos. Uma coisa de cada vez, que eu gosto de fazer e acontecer, mas aprendi que há que saber o que fazer e quando, quais as armas a limpar e a preparar, para efectivamente, acontecer.
Até entrar nos eixos, algumas coisas terão que ficar para trás. Infelizmente, o blogue teve que mudar a sua posição nas prioridades. Mas isto vai lá e eu volto já.




1 comentário:

Anónimo disse...

Va la, conta quais sao as prioridades?
Ja sei que gostas de morder na cadela, mas que mais?