quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vale a pena ler e perceber, mais uma vez, a grande lição que a Islandia deu ao mundo e como nós, portugueses, temos muito para aprender:

http://sorumbatico.blogspot.com/2011/09/licoes-islandesas.html



7 comentários:

A Tulipa Azul disse...

está aqui um exemplo que devíamos seguir:)

Phyxsius disse...

O problema, aqui, é precisamente a origem dos povos. A raiz nórdica versus a raiz latina. E nós nunca conseguiremos por algo do género em acção pela enorme sede de poder que nos caracteriza.

Só um pequeno exemplo: que propostas sérias e apelando ao diálogo é que o "novo" PS tem apresentado? A mim parece-me que as estão a guardar todas para 2015...

clara disse...

Physius (agora não troquei), o nosso problema é esse, é xontinuarmos com essa lenga-lenga, do nós somos mesmo assim e é assim que vamos continuar a ser e vai-se andando e pardais ao ninho.
Vivo na Irlanda e fiz erasmus em frança. Não conheço nenhum país nordico, mas cada vez acredito mesmo que sejamos seres assim tão distintos.
Somos com o colega que até podia marcar a diferença mas ser algo mais que medíocre dá trabalho.
Não somos tão pouco produtivos como nos pintam, sabemos fazer contas e há gente muito inteligente no nosso país (ou do nosso país, mas npitro pais qualquer onde se aproveitam melhor as nossas capacidades).
Podiamos ser e fazer muito melhor.

clara disse...

Bolas, ainda não foi desta, Phyxsius. Uff, à terceira é de ves!

clara disse...

Desisto, se acerto no nome dou outro erro qualquer. Para mim, voltas ao P.

Phyxsius disse...

:)

Já tinha saudades do pessoal a trocar-se todo com o nome. Por estas bandas já são muitos anos a escrevê-lo (foi o meu username num jogo online durante cerca de seis anos). E não precisas de ficar nervosa, nunca te vi a dar tantos erros. :p

Aquilo que eu penso, de uma maneira muito geral, é que não se admitem erros nem consensos. E isto é grave num sistema democrático, que pressupõe que haja uma capacidade de diálogo intrínseca. Dou-te alguns exemplos muito simples, só do dia de ontem:

- atendimento num local público: possui uma máquina de senhas mas só começa a emiti-las às 9:30. Entretanto, as pessoas estão a chegar desde as 7, 7:30. É mais do que óbvio que, começando a chegar a hora, instala-se a confusão. Isto todos os dias. Não se arranja umas duas horas que seja para se pensar numa alternativa (por exemplo, fechar a porta que dá acesso ao espaço e só a abrir às 9:30, forçando as pessoas a esperar no exterior e formando automaticamente uma fila). Mas admita-se que também não existe muito civismo na população portuguesa.

- é inconcebível que um funcionário te diga eu não estou por dentro de todos os processos como se fosse taxativo. Se não está, trate de estar ou vá chamar quem saiba. Não basta estar sentado e fazer somente o que sabe para receber o ordenado.

- quando, nitidamente, há lacunas gritantes a nível legal, que prejudicam imenso pessoas (que acabam por ser tratadas como números), como é o meu caso de entrada no Mestrado, deveria haver uma abertura para a criação de algum regime de excepção (quando o caso não é assim tão incomum, muito pelo contrário). Todavia, a resposta que se obtém de um director de uma Faculdade é um não veemente e uma recusa de diálogo.

Concluindo, há muito a mudar e pouca vontade para. E é tudo uma questão de mentalidade.

clara disse...

Tenho duas boas desculpas para os erros, já estava irritada com a minha incapacidade de escrever o nome e estva no ipad, com um teclado virtual.

Já percebi que andas aí com uns problemas com o mestrado. E sim, é aí que a nossa mentalidade devia mudar. O meu irmão, está em Londres a tirar um mestrado. Foi fazer a inscrição na quinta passada. Uma das pessoas que tinha tratado da inscrição dele no ano anterior, já lá não trabalhava e no processo dele faltava a informação relativa a um exame de ingles que era obrigatório e tinha já sido feito.
À primeira vista, eu pensei, que isto, afinal, é igual em todo o lado. Mas afinal, no dia seguinta, quando ele jà se estava a preparar para fazer o exame outra vez, já tinham resolvido a coisa. Houve um erro, mas resolvido a favor do interessado, no mini o tempo possivel. Aqui, teriam complicado muito a coisa.