segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tao fofinha

Este fim de semana a minha mae mandou um e-mail com o video do youtube duma musica que ela gosta muito. Aquela de um tal de Pablo com a Carminho.
Fica uma filha a pensar que esta uma mae a tentar estreitar lacos, encurtar as distancias, matar saudade, senao eis quando o telefone toca:

Mae: Viste a musica que te mandei? E’ para mostrares ao Emilio (o colega espanhol).

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Sad face

Ralhar com a cadela e ela ir para a cama dela a chorar baixinho. Parte-se-me o coração :(

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ajuda precisa-se

Alguem explica a minha mae que, embora possa parecer, o mural do facebook nao e' um quadro de recados, como que tinhamos la em casa?

E que toda uma reputacao fica em risco quando escreve a filha de 31 anos, que vive na Irlanda, "ja e' tarde, vai dormir".

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E quando é que tudo acontece?

Quando menos se espera.

Que chatice!


-          Conseguir aquele cabelo perfeito, o comprimento perfeito, o volume ideal, a franja que cai na perfeicao. Aquele penteado que nem a melhor cabeleireira consegue duas vezes. No dia em que nao vamos sair de casa e ninguem vai ver.
-          Ter o outfit perfeito (ai que eu tou tao fashionista, com termos tecnicos e tudo!), e partir/lascar/saltar o verniz duma unha;
-          Mudar radicalmente o visual (cortar dois centimetros de cabelo faz toda uma diferenca) e o nosso namorado nao reparar ou responder se lhe perguntarmos: “ja tinha reparado, tens uma camisa nova.”;
-          Encontrar o vestido perfeito, mas nao encontrar sapatos que se lhe adeqúem (calcar o 34 nao ajuda).
-          Ter estes hiper problemas e nao ter com quem desabafar.

Bem vindos ao mundo feminino.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

My fellow

Tenho aqui um colega e’ gay. Toda a gente fala nisso, que vive com o namorado ha quinhentos anos e e’ completamente assumido e pardais ao ninho.
Esse colega fuma, por isso, as vezes, cruzamo-nos e conversamos um bocadinho.
Ontem, fomos fumar e como ja passava das 5h (aqui, pica-se o ponto e nao se fazem horas extraordinarias), ele perguntou-me pq e’ que tava a trabalhar ate mais tarde.
Expliquei-lhe que me tinha deixado dormir, que o despertador nao tinha tocado e nem a cadela tinha acordado e, por isso, tinha chegado tarde.
Ao que ele respondeu que, ultimamente, lhe custa muito sair da cama, mas o “my fellow” o acorda todos os dias as 5h30.
E eu pensei que, pronto, o tal namorado deve trabalhar longe ou ter um horario diferente e coitado, tem que se levantar a essa hora.
Ele continua: “mas como quer ir para cama, comeca logo a essa hora, ah aaah ah aah (sons de gemidos)”

Pois, era o cao...

Perolas do meu colega espanhol

Que estoy hasta la puta verga!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Coisas estranhas que me pareceram interessantes para partilhar, mas agora que leio, vejo que talvez nao sejam

- tenho andado a passar da fase do nao tenho nada para escrever, para a fase so me apetece escrever parvoices, daquelas que pensamos, mas nem ao menino Jesus confessamos. Ate que idade se e’ adolescente e se pode ter comportamentos como tal?
- recebi uma mensagem, pelo facebook, de alguem que nao conheco de lado nenhum, nem tenho qualquer amigo em comum, com um “ola, tas boa”, em portugues, e um coracaozinho que tambem deve dar para fazer aqui, mas eu nao sei como, seguida da pergunta, em ingles “tu nao es a rapariga que mora na rua tal (a minha rua) e tem uma cadelinha pequenina?”
- o meu agente imobiliario (aqui nao existe contacto entre dono e arrendatario) mandou-me uma mensagem ontem “Preciso de falar contigo, quando puderes liga-me”. Porra, pensei eu, ou ja fizeram queixa da cadela, que se farta de ladrar, ou o raio do pagamento nao seguiu. Liguei, e eis senao que me informa que me vai comprar um sofa novo. E esta hein?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

E' de familia

Titulos dos e-mails enviados pelo meu pai:

-ora ve so;
- mais burocracias;
- farei-me de rir;
- em tempo;
- com treino a Balti vai la;
- ve este;
- ve la o que encontrei na net

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O primeiro

Nao sou pessoa de ligar muito ao dia dos namorados (Talvez devido ao facto de nao ter um, mas isso agora nao interessa nada). Nunca adorei, nunca odiei.
Mas confesso que tive ja um dia dos namorados muito especial. O primeiro. Ou seja, a primeira vez que tive um namorado neste dia.
Lembro-me perfeitamente do que tinha vestido. Umas calcas azuis que eu amava e a camisa branca, cintada, ah qual eu dava um nozinho na cintura, quando estava mais magra. E nessa altura estava. Eu emagreco sempre que me apaixono e esse primeiro namoro arrebatou-me 12 quilos, em menos de nada. Deu direito a ida ao medico e tudo que, coitado, inexperiente nestas coisas da adolescencia, limitou-se a encolher os ombros, “deve ser o corpo a mudar”. Tinha quinze anos e um corpo mudadado ja ha algum tempo, pelo que esta frase muito nos assustou, a mim e a minha mae, que se esta porcaria mudasse mais, rais parta que a gravidade nao me deixaria andar de pe.
Continuando, vesti a minha melhor roupa nesse dia, pus ate um pouquinho de maquilhagem, pouca, porque aos quinze anos, nao ha ca olheiras a atormentar e os namorados nao costumam gostar. Um cremezinho com cor da Yves Rocher e nada mais.
Nao me consigo lembrar bem porque, eu e o meu namorado, decidimos almocar juntos nesse dia. Nao me recordo se assim o decidimos para, na euforia desse primeiro amor, celebrar todas as refeicoes importantes desse dia, se, por ter quinze anos, nao tinha ordem de soltura ao jantar. Sei que eram umas 13h e eu, prontissima, desci as escadas e pus-me a porta de casa a espera do meu amor.
Esse meu namorado era bastante pontual. Mais que eu, ate. Se tivesse sido o gajo que se lhe seguiu, tinha combinado as 11h para me aparecer as 14h. Por isso, estranhei quando o tempo comecou a passar e o menino nao aparecia. Qualquer outra que esteja agora a ler, pensaria “Ai meu Deus, que ele vai-me deixar pendurada” ou choraria a cada ambulancia que passasse, mas a minha mente optimista aos quinze anos, imaginou-o numa longa fila numa florista, a tratar de trazer o maior ramo de rosas que ha memoria.
E assim, vagueava a minha mente, quando se aproxima um gajo de bicicleta, enlameado, ao qual nao liguei, talvez achando que coitado, provavelmente nao teria namorada e por isso estava, naquele 14 de Fevereiro, de bicicleta e lama ate ao tutano, so para se sentir mais homem. Levei algum tempo a perceber que estava enganada, que o rapaz que vinha nas calmas na sua bicicleta, tinha namorada, sim senhora e era eu.
Pois o c@%^&%, achou que em vez de me ir comprar rosas, em vez de passar uma manha a perfumar-se, o melhor que tinha a fazer, era ir com os amigos sabe-se-la para onde,  fazer um todo o terreno de bicicleta e regressar a ponto de nao se poder aproximar menos que dois metros da minha camisa branca.
 A meio dessa grande discussao despoletada, ainda me respondeu que este era um dia “estupido”. Hoje, ao lembrar, nao consigo evitar um inclinar de cabeca e uma certa pena, coitado, era um puto, tao inexperiente com as raparigas, na generalidade, e esta em particular.
Nao me consigo lembrar de mais nenhum dia dos namorados. Nao sei se o comemorei com o rapazinho aqui descrito ou com o que se lhe seguiu. Nada, zero, rien. Esvaiu-se-me da memoria. O que so pode querer dizer, uma de duas coisas, ou que baixei a minha expectativa, ou estes meninos portaram-se muito bem. A segunda hipotese e’ a mais provavel.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ce n'est pas malin*

Ao francium que se anda a fazer ao piso:

Eu nao falo mais frances contigo, porque as pessoas que nos costumam acompanhar nao o fazem e seria ma educacao. Talvez por isso, ainda nao tenhas percebido que entendo perfeitamente. Farias melhor figura, se nao te pusesses a chamar, entre dentes e em frances, burra ah cadela.

Alguem disse que a cadela sabia falar? Sim, ela reconhece o nome dela e nao apenas o meu tom de voz. Reage, mesmo que esteja apenas a mencionar o nome dela, em conversa com alguem, e sabe a diferenca entre ir a rua (que e’ so ir ao jardinzinho em frente de casa, sem trela) e ir passear(como nao gosta de longas distancias, esconde-se quando menciono passeio e fica louca de felicidade se so menciono rua). E dizem os entendidos que qualquer cao, memoriza ate cem palavras. E sim, eu sei que ela associa ao acontecimento que lhe segue e nao a frase construida. Apenas e so ao som. Escusas de me vir explicar pavlov, para justificar a sua falta de inteligencia ou a tua calinada.

Convites para ir ver jogos de futebol, nao me convencem. Saber quantas flexoes consegues fazer, ainda menos. A Balti poderia ter sido o caminho. Assim, ja foste.





*nao e’ esperto

Passa o atestado, já

Eu queria dizer:
- I have a dog

Saiu-me:
- I have a daughter

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Self-suficient (ou post futil da semana)

Este fim-de-semana cortei e pintei o cabelo a mim propria. Nunca na vida fui uma rapariga muito prendada (para mal de todos os pecados da minha avo, que bem se esforcou), mas isto de se viver fora tras estas coisas. Ja ha muito que arranjava as unhas a mim propria, ao inicio com muito pouco sucesso e conseguindo significativas melhorias ao longo dos anos.
Conheco muito poucos cabeleireiros aqui e a unica vez que arrisquei odiei. Nao me estava nada nada a apetecer gastar uns 40 ou 50 Euros, numa porcaria que nao ia gostar.
Ate que me lembrei de ver essa coisa que se chama tutorial, que ha aos milhares no youtube e ensina quase tudo, desde como pintar o dedo mindinho do pe, ate outras coisas pouco aconselhaveis a mentes mais sensiveis.
Descobri que o que nao falta e’ brasileirada a ensinar os meandrios da beleza e da auto-suficiencia. Pior do que estava nao ia ficar. Cortei poucochinho, para o caso da coisa correr mal, nao ter que rapar para solucionar. E correu bem. Cortei oa franja na diagonal e o resto, em camadas (termos tecnicos aprendidos com as brazucas). Gosto. Arrisco ate dizer que ficou melhor do que muita cabeleireira por ai.
Pintar ja foi mais dificil. Andei dias e dias, pinto, nao pinto. Queria mesmo ficar com a cor que via na embalagem de 6€ comprada no supermercado. Mais uma vez googlei e encontrei muitas criticas negativas ao raio da tinta que tinha comprado. Mas, ainda assim, estava indecisa. Muitas das criticas eram, “queria o cabelo castanho e ficou preto” e o meu medo era que ficasse cor-de-laranja e nao mais escuro (sou loira, by the way).
Domingo de manha acordei e tive uma ideia brilhante. Cortei um mecha do meu cabelo, colei as pontas com fita cola, para nao andar a espalhar cabelo pela casa (espalhei na mesma, mas enfim), preparei um bocadinho da tinha e pintei o cabelo cortado. Aproveitei e pus tambem um pouco da tinta, ao lado do ombro, no sitio da alca do soutien (para poder tapar, caso corresse mal), para confirmar que nao fazia alergia.
Aqui, armei-me em pro, olhando para a mechinha a cada 5 minutos, para calcular tambem o tempo ideal. Tabgas, porque ja se sabe que aquilo com a tinta e molhado nao da para ver nada e, agora que passei pela experiencia,percebi as cabeleireiras que fazem isso, estao so a fazer-se de entendidas no assunto. Lavei a mechinha, sequei com secador (a fita cola para esta parte nao e’ suficiente) e gostei. Gostei muito da minha mechinha e passei o resto do dia a po-la ao lado do meu cabelo, ainda intacto na cabeca, a apreciar o resultado e a imagina-lo na minha cabecinha.
E pronto, assim passei a ruiva, com franja na diagonal e cabelo em camadas.
E ficou bem giro.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Caminhada com os irlandeses

Porra. Merda. Caracas. Vao la chamar caminhada ao cacete da vossa avo, para ser mesmo muito dificil.
Aquilo que voces fazem com as vossas pernas de 200 metros nao e’ caminhada e enquanto nao aprenderem, eu ca nao vos acompanho. Deixem-me ficar para tras, que eu e’ que sei.
E tu, Balti Maria, sua traidora, a correr ao lado dos outros e a olhar para tras, como quem diz “entao, nao vens?”, has de ca vir pedir paparocas.

Querido Bloga-mos

(esta semana estou numa de recadinhos)

Sabes que gosto muito de ti, nunca me esqueco a forma como nos conheco e aprecio e agradeco a tua imensa proteccao.
No fundo, no fundo, e’ destas coisas que nos, gajas, gostamos, de um gajo que nos proteja, que nos faca rir e, claro, que outras tambem gostem, que foi como isto tudo comecou.
Tinha tudo para estar muito feliz com esta situacao, mas estive a ver ontem, o Sexo e a Cidade, e cheguei a conclusao que nos falta algo.
E segunda a Carrie Bradshaw, essa guru das relacoes, totalmente acertada e comparavel com a vida real, you are not that into me.
Parece que quando gosta mesmo, o gajo telefona e nao inventa desculpas. E eu bem me ponho a jeito no skype, bem olho para o telemovel -Segundo a Carrie, isso nunca resulta, um telefone nunca toca quando estamos a espera e so pode ser por isso que tu nao me ligas. Nao sabes o numero, mas se gostasses mesmo, adivinhavas – e nada. Zero, niente, rien. Nem uma chamadinha para a amostra.
Segundo a Carrie, quando um homem quer, vai. E tambem tenho passado pelo aeroporto, assim como quem nao quer a coisa e tu, vir a Irlanda, ‘ta quieto.
Temos que falar e rever esta nossa situacao. Talvez sejas como o gajo do encontro da Miranda e tenhas outras necessidades fisiologicas que atrasam a tua vinda. So pode ser isso. Por isso, fica a dica, toma um ultralevur e vai ao site da aerlingus.
Desesperada, eu? Naaaaa.... So estou a seguir as directrizes da biblia, o SATC.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Historia que nao interessa nada a niguem, mas apeteceu-me partilhar

Nos meus passeios com a Balti, encontro um senhor com uma cadela chamada Trouble (nao e’ lindo o nome?).A Trouble e a Balti brincam sempre um bocadinho e eu e o dono conversamos sempre um bocadinho. Falamos das gracinhas, da idade, blablabla. Tudo em ingles, claro. Ao terceiro ou quarto encontro, as cadelas volta e meia corriam para a estrada e eu, para chamar a Balti utilizava esse poderosissimo comando, "páquiiiiiii".
A certa altura, o senhor pergunta-me o que significa "páqui". Lá lhe explico que é vem cá em português, blablabla.
- Are you portuguese?
- yes, I am.
- really? Me too.



Adenda, tive que reescrever esta porcaria porque o blogger tinha-lhe dado sumiço. Não terá ficado exactamente igual...

Querida Blogger

Acompanho o teu blogue ha anos e continua a ser um dos meus favoritos. Lembro-me quando comecou e voces eram mais que uma. Adoro o nome, os nomes que tinham cada uma das suas autores e o conteudo.
As vezes identifco-me, outras rio-me, as vezes, acho apenas interessante pr falar de algo que desconheco ou algo que gostaria de saber melhor ou conhecer mais.
As outras autoras foram desaparecendo e tu foste mantendo o blogue com a mesma qualidade.
Acompanhei as tuas frustacoes amorosas e o comeco desta relacao mais duradoura, que tens actualmente. Lembro-me perfeitamente de nao quereres, depois passares a querer, mas achares que ja era tarde e de la conseguires resolver a coisa com o telefonema e termos todas concluido contigo que a falar e’ que a gente se entende e ainda bem que tiveste a coragem de fazer essa chamada.
Continuo a acompanhar as aventuras da vida de casal, a procura de emprego e actual emprego (finalmente).
As primeiras vezes que criticaram essa tematica de que falas de vez em quando, achei que era injusto. Achei que era simplesmente de uma coragem imensa contar essas historias que ate tinham piada. Quando criaram aquele blogue da pipi, achei que exageravam na forma como satirizavam o assunto. Mas, agora, confesso, tambem ja comeco a achar que te foge o pezinho demasiadas vezes e acho que ja chega e ja comeca a ser infatil a piadinha.
Ja chega de tanto falar em coco!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Querida amiga facebookiana

Gosto muito de seguir as tuas aventuras e desventuras. Gostei de saber, quase em primeira mao, do divorcio. Gostei quando assumiste a relacao que o provocou e comecaste a por as fotos das ferias  no Mexico com o PT.
Gosto de ver as fotos da crianca, como emagreceste e todas essas novelas que gostas de partilhar. Mas, devo dizer-te que me sinto tentada a abrir mao de tao preciosa informacao, pelos mais variados motivos:

-          Quero la saber o filme, a musica ou o que raio se andava a passar no ano em que nasceste. Informacoes como essa apenas levam a uma diminuicao do interesse daquilo que realmente se passa contigo.
-          Nao sou radical contra o farmville. Acho ate muito bem, se servir para, por exemplo, a minha mae se entreter, mas bolas, se nao aceitei o  primeiro convite, nao e’ a persistencia que me vai convencer. O mesmo se aplica aos outros jogos todos que nao tive pachorra para memorizar.
-          Eu tenho muita pena dos caes abandonados e se pudesse ajudava todos, mas ver 15 pedidos de ajuda, de seguida, nao ajuda nenhum deles. Pedidos de ajuda que ja tinha visto ha dois anos, ou do Brasil, nao ajudam na credibilidade dos mesmo. Estou convencida que essa porcaria e’ spam para entupir o sistema.
-          Ja ouvi a musica da Lana del Rey quinhentas mil vezes. Nao percebo porque a publicas todas as semanas, e todas essas vezes lhe das um ike tu propria. Duvidas houvessem, ja todos percebemos que gostas mesmo mesmo mesmo.
-          Essas frase de como o amor e’ lindo, a amizade e’ nao sei o que, a verdadeira amiga. Ja tenho essas frase todas naqueles bloquinhos das dedicatorias que usavamos aos 10 anos;
-          Se eu quiser, leio o correio da manha. Nao preciso que partilhes cada uma das noticas. Ja sabemos que e’ uma tristeza os velhinhos que morrem sozinhos em casa, mas ja chega.

Finalmente, esclarece-me um duvida: tu trabalhas?

The descendents

Li o livro e vi o filme.
E fiquei desiludida com ambos.
Achei que o livro poderia ser muito melhor. O tema e’ interessanrte (vou tentar escrever este posts sem spoilers) e podia ser muito mais explorado. Acaba por ser um daqueles livros bons para ler na praia ou, como no meu caso, para ler em ingles. O palavreado e a estrutura permitem que seja um livro que se leiam em ingles sem grande esforco.
Enquanto lia o livro, perguntava-me o porque de tanto alarido com o filme, mas conclui que so podia ser uma grande surpresa. Regra geral, quando se le o livro, nao se gosta tanto do filme, mas eu, pessoalmente, ja tive as minhas surpresas (fica a sugestao: Of mice and men do Malkovich) e, por isso, continuei com expectativas altas.
O George Clooney continua maravilhoso fisicamente e estou desconfiada que o homem nao precisa de falar, para muito mulherio o achar ja um potencial vencedor de um oscar. Ainda assim, esperava uma representacao melhor. Nao e’ que seja ma, ma, mas falta-lhe ali qualquer coisinha para ser brilhante.
A historia do filme, na minha opiniao, consegue ser mais fraquinha que o livro. Como e’ habitual e compreensivel, ha sempre pormenores que escapam ao filme e este nao e’ excepcao. Muitas vezes, acabam por ser pormenores que de alguma forma nao acrescentam magia a historia (A casa dos espritos e’ outro bom exemplo), mas neste caso, na minha opiniao, faltou um pormenor importante, a ama. Mais uma vez, nao quero revelar demasiado, acho apenas que a ama acrescenta densidade a uma das problematicas do filme.
Enfim, esta e’ so a minha opiniao, vale o que vale.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Quem diz a verdade, nao merece castigo

Ao telefone, sem a minima possibilidade de observacao.
Eu - Vo, hoje pintei o cabelo.
Avo - Ai, nao gosto nada!

Embrulha

Perdi dois kilos.
Para perder o peso que tenho a mais, faço dieta.
E os outros? Qual a solução para deixarem de ser parvos?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Caros vizinhos

Que sacaram a esfregona do meu caixote de lixo.
Eu nao me importo mesmo nada, ia para o lixo e nem sabia bem se devia por na reciclagem ou nao. Foi um favor que me fizeram.
So achei que iam gostar de saber que essa era a  esfregona que limpava chichis e cocos de cao...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

As irlandesas

O que mais dizem a um sabado a noite, antes de levar o gajo que conheceram ha 5 minutos, para casa:

-Tenho namorado, mas gosto mesmo dele;
- Nao o conheco de lado nenhum, mas gosto mesmo dele;
- Ainda ontem estive com aquele que gostei mesmo a semana passada, mas gosto mesmo deste;
- Tenho uma doenca venerea, mas gosto mesmo dele.

E' caso para dizer, aqui gosta-se ah seria!

A minha chefe

"I was fucking delighted."