terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

The descendents

Li o livro e vi o filme.
E fiquei desiludida com ambos.
Achei que o livro poderia ser muito melhor. O tema e’ interessanrte (vou tentar escrever este posts sem spoilers) e podia ser muito mais explorado. Acaba por ser um daqueles livros bons para ler na praia ou, como no meu caso, para ler em ingles. O palavreado e a estrutura permitem que seja um livro que se leiam em ingles sem grande esforco.
Enquanto lia o livro, perguntava-me o porque de tanto alarido com o filme, mas conclui que so podia ser uma grande surpresa. Regra geral, quando se le o livro, nao se gosta tanto do filme, mas eu, pessoalmente, ja tive as minhas surpresas (fica a sugestao: Of mice and men do Malkovich) e, por isso, continuei com expectativas altas.
O George Clooney continua maravilhoso fisicamente e estou desconfiada que o homem nao precisa de falar, para muito mulherio o achar ja um potencial vencedor de um oscar. Ainda assim, esperava uma representacao melhor. Nao e’ que seja ma, ma, mas falta-lhe ali qualquer coisinha para ser brilhante.
A historia do filme, na minha opiniao, consegue ser mais fraquinha que o livro. Como e’ habitual e compreensivel, ha sempre pormenores que escapam ao filme e este nao e’ excepcao. Muitas vezes, acabam por ser pormenores que de alguma forma nao acrescentam magia a historia (A casa dos espritos e’ outro bom exemplo), mas neste caso, na minha opiniao, faltou um pormenor importante, a ama. Mais uma vez, nao quero revelar demasiado, acho apenas que a ama acrescenta densidade a uma das problematicas do filme.
Enfim, esta e’ so a minha opiniao, vale o que vale.

1 comentário:

Anónimo disse...

Quero ver mas pelo o q vejo nao justifica uma ida ao cine, programinha q nao me encanta. Vou esperar pelo meo... Bbbb