segunda-feira, 28 de maio de 2012

Eu e os homens

Aqui na Irlanda tenho, praticamente, só tenho amigos homens. O que é uma merda, por vários motivos, mas principalmente porque os outros vêem romance em tudo. E parece que a minha habitual frase, É SÓ UM AMIGO, não convence ninguém. E isto irrita-me, mas a sério. Raisparta, não posso falar com ninguém? Não sei se é dos 32 anos (serão completados esta semana, fica o lembrete) se é de estar sozinha na Irlanda.
Ele é o colega de trabalho, o professor de inglês, o novo amigo português, qualquer especimen masculino que se digne a aproximar. Gracas a Deus que tenho uma cadela, senao nem sei que iriam as pessoas pensar.
Alguém se lembra, nos seus tempos de aulas de alguma relação entre aluna/professor? Apesar de soar muito kinky e de, volta e meia, ser noticia no correio da manhã, nunca foi coisa que eu visse muito. O unico caso que conheço, andavam as alunas todas apaixonadas pelo prof (C., não vale a pena vires desmentir agora, que eu bem me lembro) e ele lá se ficou por uma, para passados anos e anos de vivência em comum, deixá-la pela brasileira que conheceu pelo facebook. De resto, os professores são pessoas muita chatas, que querem sempre trabalhos de casa, passam a vida a corrigir-nos, mandam-nos ler em voz alta textos que não interessam ao menino Jesus e chateiam-se só por chegarmos meia dúzia de minutos atrasados. Na realidade, de kinky aquilo não tem nada. (btw, quem lê este blog sabe que já houve um prof particularmente interessante, mas informo desde já, que já não se trata do mesmo. Esse era muito relaxado e nao queria saber de trabalhos de casa nenhuns.).
Os restantes homens, um é gay e outro é o que descrevo no pos anterior, ou seja, é tudo muito poucachinho para mim.

1 comentário:

Anónimo disse...

Tu es uma rapariga engracada!