quinta-feira, 28 de junho de 2012

360 graus

Apesar de ser uma mariquinhas pé de salsa, incapaz de conseguir conduzir uma mota de àgua a uma velocidade superior ao relentin (é assim que isto se escreve?), de se atirar de cabeça a uma piscina pu pôr uma mudança ao mesmo tempo que aceero, verdade é que sou uma pessoa muita dada à mudança.
Vivo com muito entusiasmo os primeiros dias de qualquer coisa. Seja uma nova comida, uma dieta (já lá vão 3,5kg, btw), a descoberta de um novo mundo na discoteca mais badalhoca do mundo, situada em Drogheda, uma nova amizade ou aprender croché. Começo aquilo e fico toda contentinha com a aprendizagem, a descoberta, a pArte filosófica da coisa, ou fisica, consoante a coisa em si.
Até mudei de país e depois de quase desistir, lá dei a volta e fiz da mudança o que está ser agora, uma novidade.
E isto, às vezes, é chato. Exige criatividade (eu, lembrar-me de aprender a fazer croché?), a criatividade exige tempo livre e, às vezes, o trabalho aperta ou da-se-me o chamado bloqueio criativo. E é aborrecido.
Mas chato, chato, é a inconsistência.
Tanta mudança, tanta mudança, tanta novidade e vai-se a ver, passo 3 dias na santa terrinha portuguesa e volta tudo ao mesmo.

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