sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Dicotomias absolutamente normais

Conhecer uma pessoa do sexo oposto, achá-la fixe, sentir empatia, decidir ali e agora que se fez um amigo para a vida. Um amigo, só um amigo. Conhecer um pouco mas dessa pessoa e ter vontade de lhe dar uns amassos, não desses suas mentes porcas, daqueles que dou à Balti, que até a estrafego. Pronto, admito, desses também, que é dessa merda que isto se trata, atracção. Amassos? foda-se, tenho que fazer abdominais, voltar à zumba. Está mas é quietinha, quais abdominais, qual porcaria. Amigos, só amigos. Grandes amigos. desses que daqui a uns pedem conselhos, discutem trabalho e bebem vinho verde. Talvez com benefícios. Benefícios,?foda-se, mas essa cabeça não pára? Benefícios é o que te confunde, é o que estraga tudo. Merda, vais fazer merda. Outra vez. Como sempre. Amigos. Amiga sabes ser. És uma amiga bem fixe e com muito menos complicações. Bem mais segura.
Escrever posts, apagar posts, re-lê-los no reader. Escrever este post assim muito depressa, tipo furacão, entre dois e-mails e um ficheiro de excel que nunca mais acaba. Depressa, bem depressa, pode ser que assim, ele não leia. Que não fique já a perceber que és a gaja mais complicada do mundo. Amigos, só amigos, bem simples.
Ter esperança que alguém venha ler e explique, "complicada? Nãaaaaooooo. Somos todas assim. Tu tens é uma capacidade extraordinária de o verbalizar". Sonhos, sonhos.

2 comentários:

Rita Maria disse...

Complicada? Nãaaaaooooo. Somos todas assim. Tu tens é uma capacidade extraordinária de o verbalizar.

Anónimo disse...

Complicada? Claro que não! Somos todas assim. Tu tens é uma capacidade extraordinária de o verbalizar.

HAHAH!