sábado, 4 de maio de 2013

Indisponível

Não gosto de jogos, não gosto de estratégias, não gosto de dizer que não quero, se quero, e vice versa.

A Rita Maria escreveu um dia, em querendo sou fácil e também eu já, por aqui, escrevi qualquer coisa do género.

Gosto, gosto, não gosto, não gosto. Perco todos os medinhos, se sinto borboletas no estômago. Nem me lembro. A sensação é me tão avassaladora, tão viciante, que não tenho tempo para merdas, para não querer apaixonar-me, para não querer magoar. Deixo de querer. Só as borboletas outra vez. E digo. E mostro. E faço. E, se me deixarem, aconteço.

Basta dizeres a um gajo que já não sabes se gostas dele e já te quer apresentar os pais espanhóis que até vêem cá este fim-de-semana.

Puta que o pariu, isto tem que ser mais fácil, mais simples. Borboletas. Ou as tens ou não tens.

Disponibilidade. Ou há ou não há. Para quem gosta de mim, só enquanto não estou disponível, (e nunca esta frase fez tanto sentido) me cago en tu puta madre.

 

4 comentários:

hierra disse...

Eh eh eh gostei do final!

Anónimo disse...

La cosa va en serio, ahora que te presenta sus padres es que algo mas vendra por detras!! Me parece que te vas a casar pronto!!

Naja Capelo disse...

looooooooooooooool mto bom!!!!

Ophelia disse...

Entendo-te, oh se te entendo! Situação quase igualinha para estes lados.
Se conseguisse dizer asneiras e e os beijos não fossem bons chamava-lhe um nome feio.