domingo, 4 de agosto de 2013

Domingo de manhã

Acordei a horas indecentes, para um Domingo de manhã, como esta a que vos escrevo. Acordei com os vizinhos a discutir. A gaja está histérica. Só a oiço a ela. Faz elevações e entoações de voz dignas de um teatro de Shakespeare. Imagino-a a levar a mão à testa, em tom dramático. Afinal, sou normal.