sábado, 13 de dezembro de 2014

tempo e energia. aluga-se.

Ontem à noite, saí do escritorio e não me lembrava onde tinha posto o carro. Estava um real feel de -5 graus, noite cerrada. Estava prestes a desatar a chorar, quando me veio à imagem que o tinha deixado quase mais perto de casa que do escritório, quando fui almoçar, às 3h da tarde.

Cheguei à minha casa, uma casa já praticamente inabitável, dado o número de loiça por lavar e a quantidade de caixas de comida congelada, vazias. Comida essa que tem sido ingerida entre leituras e respostas de mails profissionais.

Enquanto preparava mais um panado de frango comprado no Lidl, encontro, no forno, o queijo pelo qual tinha procurado há dias e, por não encontrar, tinha assumido que haveria caído do saco das compras, no caminho. Porta por porta, pus no forno. É o mesmo que pôr no frigorifico. Obvio.

Vou ao monte de roupa por passar a ferro e oiço click. Luz do ferro a acender. Estava ligado. Não tinha ligado naquele dia. Se passei a ferro, no dia anterior, a falta de sono, não mo deixa relembrar. É capaz de ter ficado assim uns dias.

Neste preciso momento que vos escrevo, não consigo ter a certeza se alguma destas frases faz sentido.

Talvez devesse deixar em rascunho, para relê-lo, depois de uma noite bem dormida, que, na verdade, não sei quando vai acontecer. Mas depois como é que mostrava a razão pela qual não tenho escrito aqui?

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