quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Tirar pedaço

Ontem, depois de ter escrito o post mais abaixo, um amigo disse que era a minha mente que tendia a terminar a coisa. Perdi uns 5 minutos da minha vida a pensar nisso, se era seria mesmo esse o meu padrão, sabotar, terminar, etc.

A verdade é que não experimentei a coisa só por experimentar, tipo, é mesmo daquelas coisas que tenho que fazer uma vez na vida. A verdade, verdadinha é que não sou parva, topei logo que era isto que o menino em questão queria e, mesmo assim, quis tirar pedaço. Tão simples quanto isso. 

O padrão, sim, revivi-o, mas quando voltei a permitir que se pusesse o ónus em mim.

Se é verdade que é possivel pôr o pé na argola, tambem é verdade que a maior parte das vezes, não é pessoal. E esta merda é como muita outras, depende, acima de tudo, da lei das probabilidades. Se há aqueles a quem lhes sai o totoloto à primeira, segunda, ou terceira tentativa, outros há que passam uma vidinha ali a pôr-se na fila, todas as sexta-feiras. Istonão  é bonito, e muito menos romântico, mas quanto maior o número de apostas, maior a probabilidade. E, ao contrário do que muitos pensam, a combinação 1, 2, 3, 4, 5, 6 é tão provável como qualquer outra.

 

 

1 comentário:

Ana A. disse...

Eu cá acho que o ideal pode ser uma combinação das duas...
Apostar sempre que achares que tens a chave vencedora!